O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, MISÓGINO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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domingo, 31 de janeiro de 2010

E O H.A.A.R.P. VAI ACABANDO COM A MISÉRIA DE ACORDO COM OS PRECEITOS DA NOVA ORDEM MUNDIAL ESCRVAGISTA!


ENQUANTO ISSO NA SUA MARAVILHOSA HDTV: 
_ E AGORA O FUTEBOL! 
E AGORA O FAUSTÃO! E AGORA O DOMINGÃO! E AGORA O BBB! E AGORA A PIZZA,
O CARNAVAL, A CERVEJA, O AÇÚCAR,
OS EXCITANTES, O CIGARRO, 
OS ANESTÉSICOS
E AO FINAL,
FANTÁSTICO
O FILME
E
O ESTADO ESCRAVIZADOR PERMANENTE ESTUPEFATO MAL ESTAR DO AMANHÃ SER SEGUNDA-FEIRA
OUTRA VEZ...

sábado, 30 de janeiro de 2010

O INCRÍVEL RAP DO CASOY

Direto do CLOACA

PORQUE HOJE É SÁBADO... outra vez...

Meu maior desejo é ...

Que não nos demore muito cair a “bendita ficha”, o tempo urge. Coisa que para muitos aqui parecerá ou será absurdo. Examinemos despaixonadamente e veremos que tudo isto que tentam nos fazer acreditar através da MIDIOTIZAÇÃO sistemática não passa de um diabólico jogo de cena, uma "peça trágica à moda grega", de fancaria, encenada como midiótizadoras novelas das 6, das 8, das 9, das 10...

Não há revolução alguma para salvar a humanidade que possa vir da armada até os dentes e solidamente encastelada elite (mentora e executora da nova ordem mundial, eufemismo para IMPERIALISMO GLOBAL) escravagista governante do mundo.

Enquanto você lê este texto, todas as manobras belicistas, "in and out of the box", dentro e fora da "caixa", seguem seu roteiro devidamente pré estudado pelo mesmo PENTAGON que dispõe de verbas tão grandes que nem senadores sabem quais; “passam por fora”, não passam pelo crivo da ilusória consentida "belicista democracia liberal".

Eles não ligam à mínima para nós que consideram bocas inúteis. “They don’t care about us”, foi a música que “matou” Michael Jackson.

Há uma agenda ditatorial em curso, enquanto nós, simples mortais, escravos orgulhosos desse “sistema” que nos oprime e explora, continuamos debatendo acaloradamente o conteúdo do texto ideológico redigido e imposto pela mesma elite escravagista que  engendrou com o objetivo de nos manter crentes, cegos e ocupados com falsas premissas.

Enquanto isso, os  três cavaleiros do apocalipse,  clinton, obama e bush, (fantoches da elite, e absolutamente farinhas do mesmo saco) avançam despudoramente a agenda da sua adorada nova ordem mundial escravagista euroangloamericana nazi sionista sobre a América Latina e mundo afora.


PORQUE HOJE É SÁBADO... outra vez...

Ainda acha que a idéia de microchipar a população é uma teoria maluca da conspiração?
Prenda-se bem em sua cadeira e leia abaixo sobre o distrito escolar de Rhode Island que já está tentando chipar as mochilas de seus alunos.
Quanto tempo falta antes que eles digam; "Bem, isso funcionou bem. Vamos implantar um chip em seus braços?"

NaturalNews.com - 2009-06-16
Escola americana começa a MICROCHIPAR os alunos. 
O Middletown School District, em parceria com o MAPA Information Technology Corp, lançou um programa piloto para implantar chips RFID nas mochilas de 80 crianças da Escola Aquidneck. Cada chip seria programado com um número de identificação do estudante, e seria lido por um dispositivo externo instalado em um dos dois ônibus escolares. Os ônibus também seriam equipados com sistema de posicionamento global (GPS).

Os pais ou funcionários da escola poderiam acessar o site da escola para ver onde e quando as crianças específicas tinham entrado ou saído e qual ônibus, e olhar para a atual localização do ônibus, tal como previsto pelo dispositivo de GPS.

A American Civil Liberties Union (ACLU) criticou o plano como uma invasão da privacidade das crianças e um potencial risco para sua segurança.

"Não há absolutamente nenhuma necessidade de etiquetar crianças", disse Stephen Brown, diretor-executivo da ACLU Rhode Island. Segundo Brown, o distrito escolar já deveria saber onde estão seus alunos.

"[Este programa é] uma solução em busca de um problema", disse Brown.

O distrito escolar diz que seu plano atual não é diferente de outros programas já existentes para os pais a acompanharem as experiências escolares de seus filhos. Por exemplo, os pais já podem verificar em seus registros de atendimento de crianças e ver o que eles têm para o almoço, disse o superintendente distrital Rosemary Kraeger.

Brown contestou este argumento. A escola tem todo o direito de acompanhar seus ônibus, ele disse, mas "é um salto quantitativo para monitorar as próprias crianças." Ele levantou a questão de se os indivíduos não autorizados poderiam usar facilmente os leitores de RFID disponíveis para descobrir informações dos alunos particulares e acompanhar seus movimentos .

Porque o programa piloto que está sendo previsto para o distrito escolar sem qualquer custo, não necessita de aprovação da comissão de ética de Rhode Island.

Como os E.U. está usando armas nucleares hoje

Depleted Uranium - The Ultimate Dirty Bomb


O urânio empobrecido é considerado uma arma de destruição em massa e é proibida para uso em guerra pelo direito internacional, mas os E.U.A. e Israel usam rotineiramente.

Os militares dos E.U. A. usaram milhares de toneladas de urânio empobrecido na Jugoslávia, Afeganistão, Iraque, Kuwait  adoecendo dezenas de milhares.de civis e seus próprios soldados.
Urânio empobrecido contamina PELA ETERNIDADE alimentos, água, ar e terra que entram em contato. É a "bomba suja final."

Para mais informações sobre este vídeo, vá para: www.beyondtreason.com

Para saber mais, visite este site: www.beyondtreason.com




Enquanto isso o monstro está solto e avançando sua agenda nefasta ...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

OS SELVAGENS PODERES DO MUNDO

A  mesma propaganda velha e doente:
"Os haitianos são violentos. Os haitianos são perigosos. Os haitianos são selvagens".

Os reais selvagens no Haiti: são as potências do mundo.

Tragic and sadly predictable.
The only thing the US can produce these days is guns and gunmen.
Aid is piling up at the airport because the US claims it's not safe to distribute it.

Same old, sick propaganda: "The Haitians are wild. The Haitians are dangerous. The Haitians are savages."

The real savages in Haiti: the world powers. 


Um levantamento produzido pela agência de notícias americana  Associated Press revela que, de cada um dos 317 milhões de dólares  destinados pelo Governo do EUA para o socorro às vítimas do terremoto no Haiti, pelo menos 40 centavos são gastos com a manutenção do contingente de 16 mil militares enviados para aquele país. Outros 10,5 centavos por dólar são gastos com a logística – frete, carregamentos, operações portuárias, etc  – da operação.
Para os haitianos, mesmo, foram aplicados 10 centavos por dólar em alimentos e 36 centavos em compras de material de higiene e suporte – desde geradores de US$ 5 mil até kits de Us$ 35 com escovas e pasta de dentes, além de sabonetes, para famílias de cinco pessoas. Com comida, os gastos se resumem a 10 centavos de cada dólar disponível.
Segundo a agência, o governo haitiano recebe, para aplicar diretamente no país, apenas um centavo de cada dólar. Ou, no total, US$ 3,17 milhões de dólares. Menos que os US$ 4,3 milhões que custa um único tanque M-1 Abrams, o principal carro de combate do exército norte-americano.
Cada um tem as prioridades que lhe interessam, não é?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

QUANDO O DEMÔNIO ESTACIONA SEU COCHE FÚNEBRE À NOSSA PORTA E A GENTE FINGE QUE NÃO VÊ...

Greg Grandin - The Nation
Traduzido por Caia Fittipaldi

Iniciado em 2006, quando a ocupação do Iraque começou a desandar, o Plano Colômbia tornou-se a menina-dos-olhos dos teóricos da contraguerrilha, celebrado como bem-sucedida aplicação de “tendência clara e consistentemente construída” por teóricos da envergadura de um David Petraeus, general. Aquelas lições foram incorporadas na grade curricular de vários colégios militares nos EUA e citadas pelo Comando Conjunto do Estado-Maior como modelo para o Afeganistão. Os militares colombianos, com apoio de Washington, minaram as Forças Armadas Revolucionárias (FARC), o mais antigo e forte grupo guerrilheiro da América Latina, mas, segundo o Conselho de Relações Exteriores, garantiu a presença do Estado “em inúmeras regiões previamente controladas por grupos ilegais armados, restabelecendo o poder de governos democraticamente eleitos, construindo e reconstruindo a infra-estrutura pública e impondo o jugo democrático da lei”. O Plano Colômbia, em outros termos, teria oferecido não apenas um mapa do caminho até o sucesso, mas como o próprio sucesso. “É como se a Colômbia fosse o que o Iraque deveria ser”, escreveu Robert Kaplan, no Atlantic, “nos melhores sonhos dos EUA.”


Tradicionalmente, em muitas guerras antiguerrilhas, o estágio “limpo” sempre implica negação verossímil de qualquer relacionamento com esquadrões da morte –, como o comprovam a Operação Fênix no Vietnã, ou Mano Blanca em El Salvador. O governo Bush estava em andamento, quando o Plano Colômbia foi dado por pronto e entrou em operação; e, segundo Scott Wilson do Washington Post, serviu para acobertar as atividades de paramilitares de direita, frouxamente organizados como Forças de Autodefesa Unidas, em espanhol, AUC. “O argumento naquele momento, sempre exposto em encontros privados”, escreve Wilson, “foi que os paramilitares – responsáveis pela maioria dos assassinatos políticos na Colômbia – ofereceram a força que o exército colombiano ainda não construíra.” Logo depois, veio a etapa de “ocupação” – quando houve massivo movimento de apropriação de terras, pelos grupos paramilitares e seus financiadores. Fraude e violência – “ou você vende a terra, ou compraremos da viúva”, como conta a história daqueles dias –, combinadas com o envenenamento de pastagens e plantações, converteram em refugiados milhares de camponeses. Os paramilitares, com seus aliados narcotraficantes, controlam hoje cerca de 10 milhões de acres, praticamente metade da terra mais fértil do país.



Depois de algumas áreas do país terem sido pacificadas, começou a etapa de “construir” o Estado. Tecnicamente, os EUA definem a AUC colombiana como organização terrorista, um dos pés do tripé do narcoterrorismo (com as FARC e os narcos) que se supõe que o Comando Sul dos EUA exista para combater. Mas o Plano Colômbia não implica apenas reforço para os assaltos dos paramilitares – apesar de muito recalcitrante, além de caríssimo; ele também cria uma via pela qual a guerra perpétua fica definida como “política pública”; os paramilitares, portanto, acabam por ser definidos como o próprio Estado.

Sob a cortina de fumaça de uma anistia negociada com a intermediação do governo, condenada por grupos de direitos humanos nacionais e internacionais, para institucionalizar a impunidade, os paramilitares colombianos assumiram o controle administrativo de centenas de municípios, estabelecendo o que o cientista social colombiano León Valencia chama de “verdadeiras ditaduras municipais”, consolidando as invasões de terras e aprofundando os laços com os narcotraficantes, com as elites agrárias e seus representantes políticos. O aparelho de inteligência da Colômbia, que não para de crescer, está infiltrado pelos interesses dessa mistura de esquadrões da morte e narcotraficantes, como também o aparelho judiciário e o Congresso: mais de 40 deputados do partido governante na Colômbia estão sob investigação, acusados de manter laços políticos e comerciais estreitos com a AUC.


O Plano Colômbia, em outras palavras, financiou o movimento exatamente oposto ao que está em andamento nos vizinhos Equador, Bolívia e Venezuela, nos quais movimentos progressistas trabalham aplicadamente para “refundar” suas respectivas sociedade sob parâmetros sociais mais democráticos e inclusivos. Em vez de uma “democracia participativa” que a esquerda latino-americana está oferecendo, o presidente Álvaro Uribe da Colômbia só oferece “segurança democrática” – uma espécie de engodo social local, pelo qual, aos que se submetam a uma nova ordem, prometem-se segurança em bairros povoados de yuppies americanizados e estradas “seguras”; e à sociedade civil que se oponha a esse “projeto” só se oferecem intimidações e assassinatos.


A Colômbia continua a ser o pior Estado repressor da América Latina. Mais de 500 sindicalistas foram executados, desde que Uribe assumiu a presidência. Recentemente, 195 professores foram assassinados, sem que ninguém jamais tenha sido preso pelos crimes. E os militares são acusados de mais de 2.000 assassinatos de civis – cujos cadáveres são vestidos em uniformes de campanha, para comprovar “progressos” na luta contra as FARC.

Parece também que muitos militantes da direita não são talhados para a vida que a “Paz Uribista” oferece. Para o centro de pesquisas Nuevo Arco Iris, que trabalha em Bogotá, têm eclodido inúmeras “miniguerras civis” entre grupos que, todos, consideram-se “herdeiros” da AUC, e disputam o controle do espólio local, em vários locais. Com tudo isso, há quem ainda elogie o Plano Colômbia.


No vôo que o trazia de volta para casa de uma recente reunião em Bogotá da “Contraguerrilha Global”, um ex-comandante do Comando Sul do Exército dos EUA, escreveu, em seu blog, que “a Colômbia é país que nenhum turista deve deixar de conhecer, vitorioso depois de uma longa guerra contra guerrilheiros perigosos, a apenas duas horas de vôo de Miami. Temos muito a aprender com o sucesso do governo Uribe.”

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

NÃO É O MESMO, MAS É IGUAL

Eu digo que não há "teoria" da conspiração pela Nova ordem Mundial Escravagista nem mera coincidência dessas políticas de lento e velado genocídio em curso, encoberto pela midiotização sistemática de seus asseclas.  
BBBs e caranvais, olimpíadas e copas do mundo são sempre bem-vindos; são como luvas nas mãos sangrentas da NOVA ORDEM MUNDIAL ESCRAVAGISTA que manipulam os cordéis, quase invisíveis e impunes, dos impostores governantes impostos e ou consentidos por ela.



"Acabei não podendo viajar, por conta de uns imprevistos. E tive tempo de passar melhor os olhos nos jornais, para dar de cara com a estarrecedora informação de que o valor atrbuído pelo Governo do Estado à merenda escolar está sem reajuste há dez anos, isto é, desde 2000! E em 10 centavos por criança/refeição! Só está sendo possível dar merenda para as crianças por conta dos repasses federais, que subiram para R$ 0,32 , porque com os dez centavos do Estado não dá para dar nem pão seco! ( ler mais em Tijolaço)





Yolen Jeunky, 45, collects dried "mud cookies" to sell in the shantytown of Cité Soleil in Port-au-Prince, Haiti, on November 29, 2007. Rising food prices have forced poor Haitians to depend on the cookies—a mixture of salt, vegetable shortening, and mud—for sustenance. Photograph by Ariana Cubillos/AP

Como o relatório do National Geographic confirmou, "Com os preços dos alimentos, os mais pobres do Haiti não podem pagar um prato diário de arroz, e alguns devem tomar medidas desesperadas para encherem a barriga, como "comer barro", em parte como conseqüência da "crescente demanda mundial por biocombustíveis".

Em abril de 2008, o presidente do Banco Mundial Robert Zoellick reconheceu que os biocombustíveis são um "contribuinte significativo" para os preços dos produtos alimentares, o que levou a protestos em países como Haiti, Egito, Filipinas, e até Itália.
 
"Nós estimamos que uma duplicação dos preços dos alimentos nos últimos três anos poderia empurrar 100 milhões de pessoas em países de baixa renda ainda mais na pobreza", afirmou.
Leia mais aqui

ENQUANTO ISSO MIDIOTAS ... VEJAM O QUE FAZEM 
OS ILUSTRES SENHORES DO MUNDO




E O H.A.A.R.P. VAI ACABANDO COM A MISÉRIA PAULISTA

clic na foto

ENQUANTO OS GOVERNOS SE FAZEM DE MORTO CUMPRINDO SEU PAPEL DETERMINADO PELA NOVA ORDEM MUNDIAL ESCRAVAGISTA, A POPULAÇÃO "INDESEJÁVEL" DO BRASIL E SÃO PAULO EM PARTICULAR, VAI ACABANDO SOB AS ÁGUAS ARTIFICIAIS PROVOCADAS PELA CHUVA ESTACIONADA DE ACORDO COM O PROGRAMA H.A.A.R.P. ARMA DE GUERRA PARA MODIFICAÇÃO DO CLIMA.
DESSE MODO... NAS MÍDIAS ESTUPIDIFICADORAS, OS METEOROLOGISTAS VÃO INVENTANDO TEORIAS MALABARISTAS QUE A MIDIOTIZAÇÃO COMPULSÓRIA LHES IMPÕEM OU PERDEM O EMPREGO...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Assaz Atroz: O CAOS NO HAITI É PETRÓLEO

Laerte Braga

Bráulio Martinez Zerpa, coronel da Aeronáutica boliviana escreveu uma lúcida análise e denúncia em http://www.aporrea.org/, sobre a existência de petróleo em grandes quantidades em solo haitiano. Explica os dez mil soldados norte-americanos para a “ajuda humanitária”. Petróleo, gás natural, urânio e outros minerais considerados estratégicos.

Um artigo publicado no dia 22 de janeiro deste ano no jornal PAGINA WAR IN IRAQ, Marguerite Laurent oferece dados e valores sobre essas reservas de petróleo, gás, ouro e urânio. Cita um outro artigo, de 2000, de Bob Perdue, proprietário da fazenda Dauphine onde estão localizadas grandes jazidas de petróleo. Dá conta que em setembro de 1973, portanto, há 27 anos, a funcionária da embaixada dos EUA no Haiti, Martha Carbone enviou correspondência ao Escritório de Energia e Combustível do Departamento de Estado norte-americano, afirmando que o governo haitiano havia recebido propostas de outros grupos para construir um porto em águas profundas, capazes de receber instalações e petroleiros para o transporte desse petróleo para os EUA.

Em 2004 o presidente dos EUA, George Bush, numa operação relâmpago, ao tomar conhecimento que o presidente do Haiti, Jean Bertrand Aristides estava tomando outra direção que não os interesses de Washington, seqüestrou e depôs o presidente, mantendo-o no exílio na África do Sul, enquanto vendia a idéia de “reconstrução da democracia no Haiti”, e nela embarcou o governo brasileiro.

O prédio da embaixada dos EUA em território haitiano é o quinto em tamanho dentre todos os prédios de embaixadas norte-americanas em todo o mundo, depois da China, Iraque, Irã e Alemanha. As reservas foram mantidas intocadas, pois à época os EUA recebiam fornecimento de petróleo de vários países, dentre os quais a Venezuela. As reservas sauditas têm um limite e a Venezuela passou a tomar conta do seu petróleo em função de seu povo.

O petróleo no Haiti ganha importância capital para os EUA. A idéia que o terremoto possa ter sido fabricado por Washington não é tão despropositada assim, nem mergulha no rótulo de “teoria da conspiração”, como gostam de dizer. O Projeto Haarp (High Frequency Active Auroral Researche Program) é uma investigação financiada pela Força Aérea dos EUA, a Marinha e a Universidade do Alaska e visa controlar “processos ionosféricos capazes de mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância”.

Teve início em 1993 e especula-se que é uma arma capaz de controlar o clima provocando inundações e outras catástrofes. O presidente Chávez da Venezuela fez essa denúncia logo após o terremoto que devastou o Haiti.

O Haarp está instalado nas imediações do Monte Sanford, no Alaska.

A crise econômica que afeta os EUA está longe de ser superada. A despeito de todo o esforço que se faz para vender a idéia de recuperação da economia norte-americana, não conseguem esconder dados vitais como o aumento do desemprego, queda no consumo, quebra de pequenas e médias empresas e um número maior de cidadãos daquele país em situação de pobreza.

O que acontece nos EUA é simples de explicar. Mais ou menos como alguém que gasta além da conta no cartão de crédito, no cheque especial, em empréstimos e para contornar o problema toma novos empréstimos, abre novas contas para novos cheques especiais e novos cartões. Bola de neve.

Com a diferença que, ao contrário do cidadão comum que tem que se submeter aos bancos, o governo dos EUA cobra impostos, o Banco Central do país é privado, e detém o porrete capaz de alcançar qualquer parte do mundo.

E vive, os EUA, da exploração e saque de países como o Haiti. Toda aquela arrogância e prepotência típica do povo norte-americano viraria pó se o resto do mundo, principalmente nações não desenvolvidas, deixassem de sustentar o país.

Isso tem um preço que, num determinado momento, fica impagável. A guerra do Afeganistão tem um custo altíssimo e resultados pífios. O Talibã está fortalecido, vencendo batalhas decisivas e o povo afegão cansado da presença militar dos EUA. No Iraque a situação é instável mesmo com a saída de boa parte das tropas.

Um livro “COWBOYS DEL INFIERNO”, escrito pelo sargento Jimmy Massey, dos fuzileiros navais dos EUA, conta em detalhes o que foi a invasão e a ocupação do Iraque. O absoluto desprezo dos militares pelo povo iraquiano.

Assaz Atroz: O CAOS NO HAITI É PETRÓLEO

Não podemos nos intimidar nem nos calar diante de tamanho absurdo!


"Caros amigos, não sei o que é pior: o sarcasmo, a hipocrisia, a desumanidade, a barbárie, a bestialidade, a ignorância, a desmedida midiotização dolosa pela aristocracia escravagista que diabolicamente nos estupidifica para exterminar-mo-nos uns aos outros em benefício seu e de seus fiéis banqueiros, guarnecidos por seus fiéis exércitos, mercenários e a (eufemística) polícia pacificadora?
E ainda por cima falam em nome do Jesus que crucificam e açoitam há dois mil anos dia e noite...

Na manhã desta terça-feira (26/01) recebemos, com extrema preocupação, a informação de que desde o final da tarde de ontem a polícia está fazendo cercos aos assentamentos e acampamentos da reforma agrária na região de Iaras-SP, portando mandados de "busca, apreensão e prisão", com o intuito de intimidar, reprimir e prender militantes do MST. Neste momento já estão confirmadas a detenção de 9 militantes assentados e acampados do MST, os quais se encontram na Delegacia de Bauru-SP. No entanto, há a possibilidade de mais prisões e outros tipos de repressão.

Os relatos vindos da região, bastante nervosos e apreensivos, apontam que os policiais além de cercarem casas e barracos, prenderem pessoas e promoverem o terror em algumas comunidades, também têm apreendido pertences pessoais de muitos militantes ; exigindo notas fiscais e outros documentos para forjar acusações de roubos e crimes afins. A situação é gravíssima, o cerco às casas continua neste momento (já durando quase um dia inteiro), e as informações que nos chegam é que ele se manterá por mais dias.

Nossos advogados estão tentando, com muita dificuldade, acompanhar a situação e obter informações sobre os processos, pois a polícia não tem assegurado plenamente o direito constitucional às partes da informação sobre os autos e, principalmente, sobre as prisões . No entanto, é urgente que outros apoiadores Políticos, Organizações de Direitos Humanos e Jornalistas comprometidos com a luta pela reforma agrária e com a luta do povo brasileiro divulguem amplamente e acompanhem mais de perto toda a urgente situação. A começar pelas pessoas que vivem na região de Iaras-SP, Bauru-SP e Promissão-SP.

Situações como esta apenas reforçam a urgência da criação de novos mecanismos de mediação prévia antes da concessão de liminares de reintegração de posse, e de mandados de prisão no meio rural brasileiro, conforme previsto no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3) -, com o intuito de diminuir a violência contra trabalhadores rurais.

No caso específico e emergencial de Iaras-SP, tal repressão é o aprofundamento de todo um processo de criminalização e repressão que foi acelerado a partir da repercussão exagerada e dos desdobramentos políticos ocorridos na regional de Iaras-SP por ocasião da ocupação da Fazenda-Indústria Cutrale, em outubro de 2009. O MST reivindica há anos para a reforma agrária aquelas áreas do Complexo Monções, comprovadamente griladas da União por esta poderosa transnacional do agronegócio. Ao invés de se acelerar o processo de reforma agrária e a democratização do uso da terra, sabendo-se que naquela região do estado de São Paulo há milhares de famílias de trabalhadores rurais que precisam de um pedaço de chão para sobreviver e produzir alimentos, o que obtemos como "resposta" é ainda mais arbitrariedade, repressão e violência .

O MST-SP reforça o pedido de solidariedade a todos os lutadores e lutadoras do povo brasileiro comprometidos com a transformação do país numa sociedade mais justa e democrática, e de todos os cidadãos e cidadãs indignadas com a crescente criminalização da população pobre e de nossos movimentos sociais pelo país. Não podemos nos intimidar nem nos calar diante de tamanho absurdo!

OS CAVALEIROS DO APOCALÍPSE

Quando os vampiros da humanidade se juntam contra ela, é hora urgente de despertarmos de um vez por todas e se pudermos despertar o vizinho possível.
Levantar o corpo sob os próprios pés dormentes, e, a voz entorpecida pela demente midioticidade e escancarando as nossas janelas da mente sobrevivente gritar para que o O SOL DA JUSTIÇA nos ilumine.
Que essa justiça do afeto verdadeiro, não "a torta justiça de direito" da NOVA ORDEM MUNDIAL ESCRAVAGISTA, mas a do amor incondicional  de fato possa penetrar em nossas vidas definitivamente antes que seja tarde demais e acordemos todos, "enterrados" em seus caixões para vários cadáveres ou "mortos vivos"  em seus campos de concentração.

Caros amigos, aqui estou a cismar simplesmente o que seja pior: o sarcasmo, a hipocrisia, a desumanidade, a barbárie, a bestialidade, a ignorância, a desmedida midiotização dolosa pela aristocracia escravagista que diabolicamente nos estupidifica para exterminar-mo-nos uns aos outros em benefício seu e de seus fiéis banqueiros, guarnecidos por seus fiéis exércitos, mercenários e a (eufemística) polícia pacificadora?
E ainda por cima falam em nome do Jesus que crucificam e açoitam há dois mil anos dia e noite.. . "I Love the country!" Vade retro!



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domingo, 24 de janeiro de 2010

2012




O Cristo Redentor e o Rio de Janeiro, foram escolhidos maravilhas do mundo... Bem como olimpíadas e copa do mundo estão pondo em foco o Rio de Janeiro e sua wonder city.
Você até pode pensar que isto não faz sentido.
"Eles" não pregam prego sem estopa...


O que eu estou querendo pregar com esta estopa?  É que lembrei de quando criança, ainda na TV preto e branco, "rolava", entre outros o seriado Rin Tim Tim, com o cabo Rusty, o sargento O'hara e o major que não lembro o nome, matando índios malvados no cenário ensolarado do Forte Apache. Até aí não havia nada de mais, pois ainda não sabia das histórias dos massacres aos "malvados" índios americanos que queriam recuperar suas terras e sagrados campos de caças atacados pelos "lindinhos" brancos de olhos azuis que chegavam da Europa para "cristianiza-los" e assim torna-los felizes e civilizados para sempre e eram compreensivelmente muito mal recebidos.
Dessa forma a história tem sido implantada em nossos pequeninos cérebros indefesos tal qual as mesmas crianças ainda em 2010.

De Forte Apache em  Forte Apache, foram fazendo nossas cabecinhas e exterminando os malvados índios que estorvavam a linda riquíssima aurífera paisagem e que "não sabiam" aproveitar aquelas maravilhosas terras "como sabem os superiores" homens brancos civilizados. Ao final de toda história norte americana o mocinho "invencível" sempre vence ao toque do corneteiro da boa e velha cavalaria com seus capotes índigo azuis...

Este método é muito usado até hoje. Vão ocupando de base militar em base militar os territórios e exterminando os selvagens bárbaros ocupantes destruidores das riquezas dessas terras que dizem lhes pertencer por direito divino incontestável em qualquer instância e em todas as épocas.

Aqui volto à história da TV preto e branco e do cabo Rusty. É uma tipo muito especial de sapadora do território psíquico das crianças e adolescentes para aceitação natural dessa eugenia genocida dos que eles chamam de seres inferiores. Assim, antecipadamente, com seus pais devidamente há décadas midiotizados, e agora em coloridíssima HDTV, criam o caminho bem pavimentado sem entraves para as tranqüilas implantações de seus "fortes apaches" belicosos dominadores, armados até os dentes e suas boníssimas intenções exterminadoras de carater sempre "humanitário".

Usam as mídias, todas de sua propriedade, para "calçar" os midiotizados corações e mentes plantando a transgênica cooperação, "espontânea e irrestrita", para o cumprimento de sua agenda terrorista. O medo e o terror são seus mais notórios veículos de controle e obediência. Além de distrairem da nefasta verdade evidente, escondem a mentira e a programação capciosa dos ideais da velha "nova" ordem mundial escravagista que furiosa avança sua agenda para a implantação do 4º Reich.

Sem que perceba isso, o mais "esperto" dos tele espectadores aprisionado pelos BBBs e outras sexo midiotizadores estupefacientes, cervegeiros, carnavalescos e futebolisticos, não pode escapar de suas garras e vai aceitando tudo com a mais imbecil naturalidade.

O tal festival de verão 2010  para a juventude em Salvador é o mais incrível "forte apache" midiotizador do momento, entre outros e cada vez em maior quantidade.  Logo chega o carnaval e... Como disse o grande norte americano George Carlin; "They get we by the balls..."

Seguirão midiotizados como gado aos abatedouros da New World Order, mas não sem antes gerarem um excelente lucro aos seus banqueiros que administram a escassez controlada de tudo e estão sempre bem protegidos pelos incontáveis Fortes Apaches que os cercam armados até os dentes apertando dia a dia o círculo mortal que nos oprime, escraviza e matará...

2010 começou com o teste do muito bem sucedido terremoto no Haiti, será que 2012 é o ano da apresentação oficial do H.A.A.R.P. como arma de extermínio e destruição em massa?
O filme cinema catástrofe "preparatório" tá rolando...

   
"Foram divulgados os cartazes do filme 2012 pela Columbia Pictures. O Rio de Janeiro é um dos destaques. No cartaz do Rio de Janeiro para o filme 2012 a cidade é destruída por um mega-tsunami e mostra os maiores ícones da cidade sendo levados pelas ondas. No pôster o Pão de Açúcar sofre com as enormes ondas, o Cristo Redentor está caindo e várias pessoas tentam se refugiar do cataclisma global nas montanhas e numa das novas sete maravilhas do mundo.

Além do Rio de Janeiro serviram de cenário para outros cartazes as cidades norte-americanas de Washington e Los Angeles. O filme estreia simultaneamente nos Estados e no Brasil no dia 13 de novembro.

PORQUE HOJE É DOMINGO E... A NOVA ORDEM MUNDIAL ESCRAVAGISTA AVANÇA SUA AGENDA E PRECISA COMPLETAR RAPIDAMENTE O EXCELENTE RESULTADO DO USO DO SEU "QUASE INVISÍVEL" H.A.A.R.P.

PORQUE HOJE É DOMINGO E...


Acerca do sub-imperialismo brasileiro
Haiti: o que é imperialismo e o que é sub-imperialismo


por Duarte Pereira [*]
Está-se consumando a crônica anunciada e previsível da nova ocupação do Haiti pelos Estados Unidos, desta vez aproveitando o terremoto que devastou o país e sua capital. Os Estados Unidos já desembarcaram 11 mil militares no país. Ontem, com tropas armadas e uniformizadas para combate, transportadas em helicópteros de guerra, ocuparam o palácio presidencial em Porto Príncipe. O aeroporto, não esqueçamos, continua sendo controlado e operado pelos Estados Unidos, que hastearam sua bandeira no local e decidem que aviões podem pousar. Nos últimos dias, deram prioridade a suas aeronaves, principalmente militares, prejudicando o desembarque da ajuda enviada por outros países e por organizações não-governamentais. A prioridade foi a segurança, não a vida da população haitiana, principalmente pobre. O ministro francês da Cooperação, Alain Joyandet, chegou a protestar: "Precisamos ajudar o Haiti, não ocupá-lo." É verdade que, tendo cumprido o cronograma inicial de desembarque de suas tropas, os Estados Unidos poderão autorizar, nos próximos dias, o pouso de um número maior de aviões de outros países, com técnicos e equipamentos para remoção de destroços, médicos e remédios para atendimento dos feridos, água e alimentos para a população desabrigada e desempregada. A essa altura, porém, a possibilidade de encontrar pessoas soterradas com vida será mínima e excepcional.

Sem que a mídia dê atenção a este aspecto, os Estados Unidos estão aumentando também o controle do porto que dá acesso à capital e de toda a área litorânea do Haiti, com um porta-aviões, um navio equipado com um hospital de campanha e vários navios da Guarda Costeira, visando a socorrer feridos, mas também a selecionar e controlar a aproximação de navios de ajuda de outros países, como o enviado pela Venezuela com combustível, e a impedir a emigração desesperada de haitianos para a costa estadunidense em pequenas embarcações.

Não podendo justificar suas ações arrogantes e unilaterais com ordens das Nações Unidas, o governo de Washington tem argumentado que atua a pedido do governo haitiano. Mas que soberania pode ter um governo, como o do presidente René Préval, que não dispõe sequer de forças policiais e de equipamentos de comunicação e transporte para manter a ordem pública e organizar o salvamento de seus cidadãos? É significativo também que o plano de salvamento e reconstrução do Haiti pelos Estados Unidos tenha sido anunciado, em conjunto, pelo presidente Barack Obama e pelos ex-presidentes Clinton e Bush – o mesmo Bush que demorou tanto a agir quando o furacão Katrina destruiu uma grande área dos Estados Unidos. Quando os interesses estratégicos da superpotência estadunidense e de suas empresas transnacionais estão em jogo, prevalece como sempre o consenso bipartidário entre "democratas" e "republicanos" – aliás, uma confluência bipartidária semelhante se ensaia agora no Brasil com o PSDB e o PT, apesar das acirradas disputas nas fases de eleição.

O jornalista Roberto Godoy, especializado em assuntos militares, escreve no Estadão de hoje: "Os Estados Unidos estão fazendo no Haiti o que sabem fazer melhor: ocupar, assumir, controlar. Decidida em Washington, a operação de suporte às vítimas da devastação, em quatro horas, tinha 2 mil militares mobilizados – e metade deles já seguia para Porto Príncipe – enquanto o resto do mundo apenas tomava conhecimento da tragédia. (...) É a Doutrina Powell, criada no fim dos anos 80 pelo então chefe do Estado-Maior Conjunto general Colin Powell, aplicada em tempo de paz. Ela prevê que os Estados Unidos não devem entrar em ação a não ser com superioridade arrasadora. (...) No sábado, oficiais americanos [seria mais correto escrever estadunidenses, porque americanos somos todos nós] estavam no comando do tráfego aéreo. Os paraquedistas da 82ª Divisão e os fuzileiros navais (...) são treinados para o combate e também para missões de resgate. Movimentam-se em helicópteros e veículos convertidos em ambulâncias leves. A retaguarda é poderosa. Um porta-aviões virou central logística e um navio-hospital de mil leitos chegou no domingo. Ontem, aviões dos Estados Unidos ocupavam 7 das 11 posições de parada remanescentes no aeroporto."

A mídia do grande capital, exagerando os saques e os conflitos, cumpriu seu papel de preparar a opinião pública para aceitar a operação político-militar dos Estados Unidos como necessária e benevolente. Na realidade, os Estados Unidos têm contribuído para acirrar os conflitos ao atrasar a ajuda humanitária de outros países e utilizar aviões e helicópteros para despejar suprimentos aleatoriamente sobre uma população sedenta, faminta e desorganizada. Até mesmo o general brasileiro Floriano Peixoto, comandante da Minustah (Missão de Estabilização das Nações Unidas), ponderou em videoconferência que os casos mais graves de violência não são generalizados e disse que as ruas de Porto Príncipe estão desobstruídas, o que facilita a ação das forças de segurança. Na avaliação do general, a situação se mostra menos grave do que a versão difundida pela imprensa. Além disso, quem tem experiência política e já participou da resistência a regimes entreguistas e autoritários não pode deixar de receber com ceticismo a qualificação fácil e indiferenciada, difundida pela mídia, de que todos os presos que escaparam dos presídios destruídos pelo terremoto são criminosos comuns e integrantes de "gangues de bandidos". Muitos oficiais e soldados do antigo Exército haitiano formaram milícias, que declararam seu apoio ao último presidente livremente eleito Jean-Bertrand Aristide, depois que ele foi deposto em 2004. Seqüestrado por tropas estadunidenses e levado à força para a África do Sul, bem longe do Haiti, o ex-presidente Aristide continua impedido de voltar ao país e seu partido foi proibido de participar das últimas eleições realizadas sob o controle da Minustah.

Com as diferenças secundárias de motivação e de situação interna, o roteiro seguido pelos Estados Unidos no Haiti é, portanto, essencialmente, o mesmo adotado no Iraque ou no Afeganistão: primeiro, destroem-se os Estados nacionais que esbocem qualquer rebeldia, instalando a devastação econômica e social e o caos político; depois, utilizam-se essas circunstâncias deterioradas para justificar a construção de Estados satélites; por último, esses Estados satélites e corruptos se revelam incapazes de garantir a paz, resgatar a dignidade nacional e melhorar o padrão de vida da população (com as exceções de praxe das elites colaboracionistas), justificando que a ocupação estadunidense se prolongue indefinidamente. A crise aprofundada pela intervenção externa cria, enquanto isso, oportunidades de novos negócios lucrativos para os fabricantes de armas, as empresas de segurança e as grandes construtoras dos Estados Unidos e de seus aliados.
Para dissipar dúvidas sobre as reais intenções da intervenção "emergencial" e "humanitária" dos Estados Unidos no Haiti, o diplomata Greg Adams, enviado ao país caribenho como porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, declarou ao Estadão em Porto Príncipe: "É muito cedo para estabelecer prazos [para a retirada das tropas estadunidenses] e ficaremos aqui o tempo que for necessário [lembremo-nos de declarações semelhantes tornadas públicas no início da ocupação do Iraque]. Havia tropas estrangeiras no Haiti antes do terremoto [ah, é?]. Com a tragédia, além de todos os outros problemas, não vejo uma data-limite no futuro próximo para falarmos aos haitianos 'ok, agora é com vocês'. Ficaremos aqui por um bom tempo e acho que o Brasil também."
O PAPEL COADJUVANTE DO SUB-IMPERIALISMO BRASILEIRO
A referência à ação coadjuvante e subordinada do Brasil foi bem esperta. Que autoridade moral pode ter o governo brasileiro para protestar contra a ação estadunidense se tem participado da intervenção política e militar nos assuntos internos do Haiti, ainda que com a chancela formal das Nações Unidas, chancela já utilizada ao longo da historia da entidade para encobrir tantas outras intervenções? Participando das operações de segurança – ou seja, em bom português, de repressão – com o beneplácito e em benefício dos Estados Unidos, o Brasil espera ganhar o prêmio de consolação de tomar parte nos negócios de reconstrução do país. Aliás, grandes construtoras brasileiras, como a OAS e a Odebrecht, já enviaram equipes técnicas e equipamentos pesados para o Haiti, posicionando-se para a disputa que virá.
Quem afirma que não existe mais imperialismo no século XXI ou põe em dúvida o conceito de sub-imperialismo, utilizado para caracterizar a política externa atual do Brasil, principalmente na América Latina e no Caribe, tem assim a oportunidade de aprender, em cores e on line, o conteúdo concreto desses conceitos e dessas práticas. Abrindo bem os olhos, os patriotas e democratas brasileiros têm o dever de exigir que o Brasil renuncie ao comando militar da Minustah, retire progressivamente suas tropas do Haiti e se limite às ações de cunho efetivamente humanitário. O Haiti não precisa só de ajuda, precisa de soberania. Que os Estados Unidos realizem seu plano de intervenção e de construção de um Estado satélite no Haiti com seus próprios recursos humanos e materiais e sob sua exclusiva responsabilidade. Assim, pelo menos, a situação ficará mais clara e se tornará mais fácil mobilizar as forças anti-imperialistas e democráticas no Haiti e nos demais países da América Latina e do Caribe. Não percamos de vista que um império em declínio, na desesperada tentativa de reverter o curso histórico que o debilita, pode tornar-se mais perigoso e aventureiro do que um império em ascensão e paciente.
Estou fechando este parêntese sobre a tragédia haitiana, porque já está claro que não se trata apenas de uma tragédia natural e humanitária, mas sobretudo política e militar. Recentemente, um terremoto devastou uma grande região da China, deixando 87 mil mortos, segundo as estimativas oficiais. Porque havia e há na China, apesar de sua pobreza ainda grande, um Estado soberano e ativo, foi possível lidar com as conseqüências da tragédia sem permitir a intervenção estrangeira no comando das operações de socorro e reconstrução ou o desembarque de tropas de outros países. A grande tragédia do Haiti foi a destruição progressiva de seu Estado nas últimas décadas, com a dissolução de suas forças armadas e policiais, a precarização de seus serviços públicos e a desorganização e divisão de sua população.
20/Janeiro/2010 O original encontra-se em http://www.pcb.org.br/haiti1.htm Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
(Os grifos são do infinitoaldoluiz)
PORQUE HOJE É DOMINGO E...

Porque os EUA devem milhares de milhões ao Haiti
por Bill Quigley
Hillary dá instruções e o presidente Preval ouve

Hillary Clinton e o presidente Préval. Porque é que os EUA devem milhares de milhões ao Haiti? Colin Powell, antigo secretário de Estado dos EUA, definiu a sua política externa como a "regra do Pottery Barn". Ou seja – "quem parte, paga".

Durante 200 anos os EUA fizeram tudo para "partir" o Haiti. Estamos em dívida para com o Haiti. Não é uma questão de caridade. Estamos em dívida para com o Haiti por uma questão de justiça. Indemnizações. E não apenas os 100 milhões de dólares prometidos pelo presidente Obama – isso são trocos. Os EUA devem ao Haiti milhares de milhões – com Ms maiúsculos.

Há séculos que os EUA têm feito tudo para dar cabo do Haiti. Os EUA usaram o Haiti como uma plantação. Os EUA ajudaram a sangrar o país economicamente desde que ele se tornou independente, invadiu várias vezes o país com forças militarizadas, apoiou ditadores que violentaram a população, utilizaram o país como caixote do lixo para nossa conveniência económica, arruinaram as suas estradas e a sua agricultura, e derrubaram os eleitos pela população. Os EUA até usaram o Haiti como os antigos proprietários de plantações e esgueiravam-se para ali frequentemente para recreação sexual.

Eis a história mais resumida de algumas das principais tentativas dos EUA para dar cabo do Haiti.

Em 1804, quando o Haiti conquistou a sua independência da França na primeira revolução de escravos bem sucedida a nível mundial, os Estados Unidos recusaram-se a reconhecer o país. Os EUA continuaram a recusar o reconhecimento do Haiti durante mais 60 anos. Porquê? Porque os EUA continuavam a escravizar milhões dos seus próprios cidadãos e receavam que o reconhecimento do Haiti encorajasse a revolução dos escravos nos EUA.

Depois da revolução de 1804, o Haiti foi sujeito a um debilitante embargo económico pela França e pelos EUA. As sanções americanas duraram até 1863. A França acabou por usar o seu poderio militar para forçar o Haiti a pagar indemnizações pelos escravos que foram libertados. As indemnizações foram de 150 milhões de francos. (A França vendeu todo o território da Louisiana aos EUA por 80 milhões de francos!).

O Haiti foi forçado a pedir dinheiro emprestado aos bancos da França e dos EUA para pagar as indemnizações a França. Por fim, em 1947, foi finalmente feito um enorme empréstimo aos EUA para liquidar a dívida aos franceses. Qual o valor actual do dinheiro que o Haiti foi forçado a pagar aos bancos franceses e americanos? Mais de 20 mil milhões de dólares – com Ms maiúsculos.

Os EUA ocuparam e governaram o Haiti pela força de 1915 a 1934. O presidente Woodrow Wilson enviou tropas para o invadir em 1915. As revoltas dos haitianos foram dominadas pelos militares americanos – que mataram mais de 2000 num só confronto. Durante os dezanove anos que se seguiram, os EUA controlaram as alfândegas no Haiti, cobraram impostos e dirigiram muitas instituições governamentais. Quantos milhares de milhões foram aspirados pelos EUA durante esses 19 anos?

De 1957 a 1986, o Haiti foi forçado a viver sob as ditaduras de "Papa Doc" e de "Baby Doc" Duvalier, apoiados pelos americanos. Os EUA apoiaram esses ditadores económica e militarmente porque eles faziam o que os EUA queriam e eram politicamente "anti-comunistas" – ou seja, como se traduz hoje, eram contra os direitos humanos das suas populações. Duvalier roubou milhões ao Haiti e contraiu uma dívida de centenas de milhões que o Haiti ainda continua a dever. Dez mil haitianos perderam a vida. As estimativas revelam que o Haiti tem uma dívida externa de 1,3 mil milhões de dólares e que 40% dessa dívida foi contraída pelos Duvaliers apoiados pelos EUA.

Há trinta anos o Haiti não importava arroz. Hoje o Haiti importa quase todo o seu arroz. Embora o Haiti fosse a capital do açúcar das Caraíbas, hoje também importa açúcar. Porquê? Os EUA e as instituições financeiras mundiais dominadas pelos EUA – o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial – forçaram o Haiti a abrir os seus mercados ao mundo. Depois os EUA despejaram no Haiti milhões de toneladas de arroz e açúcar subsidiados pelos EUA – arruinando os seus agricultores e arruinando a agricultura haitiana. Ao arruinar a agricultura haitiana, os EUA forçaram o Haiti a passar a ser o terceiro maior mercado mundial do arroz americano. Foi bom para os lavradores americanos, mau para o Haiti.

Em 2002, os EUA suspenderam centenas de milhões de dólares de empréstimos ao Haiti que deviam ser utilizados, entre outros projectos públicos, como a educação, para estradas. São essas as mesmas estradas que as equipas de salvamento têm tido tanta dificuldade em percorrer actualmente!

Em 2004, os EUA voltaram a destruir a democracia no Haiti quando apoiaram o golpe contra o presidente eleito do Haiti, Aristides.

O Haiti até é usado para recreação sexual tal como no tempo das antigas plantações. Analisem cuidadosamente as notícias e encontrarão inúmeras histórias de abuso de menores por missionários, soldados e trabalhadores caritativos. Mais ainda, há as frequentes férias sexuais que americanos e outros estrangeiros passam no Haiti. Quanto se deve por isso? Qual o valor que lhe atribuiriam se fossem os vossos irmãos e irmãs?

Há anos que empresas americanas têm vindo a conluiar-se com a elite haitiana para dirigir oficinas escravizantes enxameadas de milhares de haitianos que ganham menos de 2 dólares por dia.

O povo haitiano tem resistido ao poder económico e militar dos EUA e de outros desde a sua independência. Tal como todos nós, os haitianos também cometem os seus erros. Mas o poder americano tem forçado os haitianos a pagar um preço enorme – mortes, dívida e abusos.

É tempo de a população americana se juntar aos haitianos e inverter o curso das relações EUA-Haiti.

Esta breve história mostra porque é que os EUA devem ao Haiti milhares de milhões – com Ms maiúsculos. Isto não é uma questão de caridade. É uma questão de justiça. É uma indemnização. A actual crise é uma oportunidade para a população americana tomar consciência da história do nosso país no que se refere ao domínio do Haiti e dar uma resposta deveras justa.
17/Janeiro/2010
# Para saber mais sobre a história da exploração do Haiti pelos EUA ver: Paul Farmer, The Uses of Haiti
# Peter Hallward, Damming the Flood
# Randall Robinson, An Unbroken Agony: Haiti, from Revolution to the Kidnapping of a President

O original encontra-se em http://www.countercurrents.org/quigley170110.htm . Tradução de Margarida Ferreira.

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

sábado, 23 de janeiro de 2010

PORQUE HOJE É SÁBADO...



PORQUE HOJE É SÁBADO...
Estudio de EE.UU. casi dobla el cálculo de reservas de petróleo de Venezuela
TeleSUR _ Hace: 21 horas
En la Faja del Orinoco de Venezuela existen 513.000 millones de barriles de petróleo extraíbles, casi el doble que lo estimado anteriormente, según un estudio publicado este viernes por el Servicio Geológico de Estados Unidos (USGS, en inglés).
Se trata de la mayor acumulación de petróleo evaluada por esa agencia estadounidense.
La empresa estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA) calcula que existen 1,3 billones de barriles de petróleo en esa área de 50.000 kilómetros cuadrados al este del país, pero tan solo unos 280.000 millones de barriles podrían ser explotables, según el cálculo anterior.
El estudio del USGS, el primero en evaluar exactamente cuánto es posible sacar con la tecnología actual, casi dobla esa cifra, lo que coloca a Venezuela muy por delante de las reservas oficiales de Arabia Saudí, que ascienden a 266.000 millones de barriles.
teleSUR - Efe / FC

PORQUE HOJE É SÁBADO...
Gobiernos progresistas de Latinoamérica llaman a la unidad durante acto popular en Bolivia
TeleSUR _ Hace: 20 horas
Durante la fiesta popular con motivo de la asunción de Evo Morales al poder, los representantes de los gobiernos progresistas latinoamericanos hicieron un llamado a la unidad de los pueblos para luchar contra la arremetida del imperialismo.
"Tenemos que enfrentar, los Gobiernos progresistas, a esos Gobiernos fácticos, a esos Gobiernos imperialistas, a esa derecha retrógrada que no quieren el progreso de nuestros pueblos" destacó el presidente de Ecuador, Rafael Correa.
Por su parte, el vicepresidente del Consejo de Estado de Cuba, advirtió que el imperio y los enemigos de la Revolución Social, no se van resignar a perder su influencia en Bolivia y en Latinoamérica, "que consideraban su patio trasero", por lo que hizo un llamado a la unidad para defender los avances de los gobiernos progresistas como Ecuador, Venezuela, Bolivia y Nicaragua.
teleSUR / FC

PORQUE HOJE É SÁBADO... PENSOU QUE FOSSE O HAITI?


Pois é o mesmo H.A.A.R.P. que fez o terremoto lá é o que faz chover assim aqui no Brasil... 

Se não acredita, pesquise e reflita.







sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

CUBA CONTINUA MUNDIALMENTE UM EXEMPLO A SER SEGUIDO

UM DOS POUCOS LOCAIS QUE FUNCIONAM NO HAITI DEVERIA SER UM EXEMPLO PARA TODOS, E PRINCIPALMENTE PARA OS INDECENTES BELICOSOS OCUPANTES AMERICANOS. O "SER HUMANO" QUE OPRIME SEU SEMELHANTE, NÃO É HUMANO, É UM ESCRAVAGISTA ASSECLA DA ARISTOCRACIA NAZI SIONISTA EURO SINO ANGLOAMERICANA NOVA ORDEM MUNDIAL COM SEUS BANQUEIROS QUE ADMINISTRAM A ESCASSEZ PLANEJADA DE TUDO PARA SEU PERENE CONTROLE E BENEFICIO.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

DESDE QUANDO A NOVA ORDEM MUNDIAL ESCRAVAGISTA E SUA ARMA H.A.A.R.P. DE EXTERMÍNIO EM MASSA PARA IMPLANTAR SEU 4º REICH, JÁ EM CURSO ACELERADO, É PARANÓIA? SÓ SENDO MUITO MIDIOTIZADO OU PARTIDÁRIO DESSA CONSPIRAÇÃO...

O JULGAMENTO

Mãe que aplicou injeção letal no filho pega prisão perpétua no R.Unido
Qui, 21 Jan, 07h18 Londres, 21 jan (EFE).- Uma mãe britânica que injetou "por compaixão" uma dose letal de heroína em seu filho, que sofria de uma lesão cerebral irreversível, foi condenada em Londres a prisão perpétua.

Frances Inglis, de 57 anos, justificou sua ação explicando que sentia que não tinha mais remédio para libertar seu filho, Thomas, do "inferno em vida" que vivia (estado vegetativo). O CASO

E QUANDO E COMO SERÁ O JULGAMENTO DOS RESPONSÁVEIS POR ESTES FILHOS QUE A MÍDIA ESCONDE ?

Tribunal Internacional de Crimes de Guerra – que nos EUA é encabeçado pelo Grupo Rockefeller. Este, por sua vez é o principal grupo dos Rothschild – os controladores do sistema financeiro mundial.
Hoje, o patrimônio da família Rothschild supera os 100 trilhões de dólares (US$100.000.000.000.000,00). Ou seja: o que eles e seu clubinho não podem fazer?!? O Grupo Rockefeller e a CIA (e suas derivações) constituem os braços de inteligência e arma dos Rothschild.

Programa de Depopulação Intencional – Dotado de vários canais e níveis. Um dos canais é o HAARP, como recentemente vimos.
Outro é o uso de armas com urânio empobrecido – como visto em cidades do Iraque, onde grande parte da nova população pós guerra possui deformações (há casos de bebês com duas cabeças dentre outros casos). O uso de armas com urânio empobrecido é um crime de guerra de primeira ordem. Vale lembrar que em apenas sete dias esse material radiativo contido no ar iraquiano alcança até mesmo a Espanha e o Reino Unido. A radiação do urânio empobrecido é tão maligna que é a grande causa do aumento de casos de diabetes no mundo (muito diferente da desculpa oficial – a má alimentação).


munição com urânio empobrecido
De onde vem esse urânio empobrecido usado pelos EUA? Do Canadá. O uso é ilegal, já que as leis canadenses proíbem o uso de urânio canadense em armas. Contudo, como o Primeiro Ministro desse país é membro do grupo Bilderberg, as leis são desrespeitadas sem qualquer pudor, uma vez que os interesses são de globalistas, e não de um país ou outro. O urânio (juntamente com o ópio e o petróleo) é a razão pela qual os EUA estão no Afeganistão – que juntamente com o Canadá são os dois maiores exportadores mundiais de urânio.
Percebam que ele está /esteve em diversas guerras: Iraque, Afeganistão, Gaza, Kosovo…
Esse urânio empobrecido viaja pelo ar e pelas correntes marítimas, atingindo plantas e animais (inclusive os que comemos). Cientistas já provaram que esse urânio causa diversos males, afetando diretamente o DNA.
Casos já foram levados para o Tribunal de Crimes de Guerra de Kuala Lumpur e foram arquivados, sob a alegação que os estudos científicos não eram conclusivos.




e alguns resultados


Sou grato
http://www.ecocidio.com.br/

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

EL SISTEMA HAARP


Programa HAARP "Vandalismo global"

El proyecto HAARP también es conocido como "The Doomsday Machine", La
máquina del Día del Juicio Final.


TESTEANDO EL SISTEMA HAARP

Es natural que, como una parte normal de los contratos con los proveedores
y constructores, el sistema se testee.

En este sentido un informe del Parlamento Ruso del año 2002 expresa que los
militares americanos tienen intención de probar qué tal funciona el sistema
en Alaska, en Groenlandia y en Noruega.
³Los planes de USA de experimentar con el programa HAARP, ultra secreto, no
controlado por la comunidad internacional, implica armas con capacidad para
destruir las comunicaciones de radio, los equipos instalados en el espacio,
los misiles, provocar accidentes en las redes de electricidad, en las de
transporte y distribución de gas y petróleo y de tener un impacto negativo
en la salud mental de la gente de regiones enteras², dijeron los diputados
rusos en su informe."
(Interfax News Agency, original Russian, BBC Monitoring, 8 august 2002).
La cuestión es que el futuro de la Humanidad está amenazado por el uso de
técnicas de modificación del clima.

Pero para que una campaña internacional contra esta monstruosidad tenga
éxito será preciso profundizar la investigación científica tendiente a
determinar si hubo verdaderamente o no una relación entre la actividad del
parque de antenas de GoKona, Alaska, con los llamativos desastres climáticos
que se vienen observando.

Es algo imperativo porque la monstruosidad será completada en 2006, momento
en el cuál operará a su máxima capacidad terrorífica.


GUERRA CLIMÁTICA CONTRA LOS ³ESTADOS DELINCUENTES"

Los inusuales eventos climáticos sucedidos estos años están bien
documentados y fueron comentados ampliamente en la prensa por lo que
respecta a Europa y Estados Unidos .

Pero lo que los medios no han cubierto por igual es lo que ha pasado con el
clima en aquellos países que los gobiernos de Estados Unidos incluyeron en
el denominado en forma unilateral por ellos como el ³eje del mal² y como
probables objetivos de una ³guerra preventiva².

El patrón climático de Corea del Norte, por ejemplo, se ha caracterizado
desde mediados de los 90 por una sucesión de sequías, seguidas por
inundaciones. El resultado fue la destrucción del sistema agrícola coreano.

En Cuba el patrón es muy similar a lo que se observa en Corea (ver Table 3
abajo)

En Irak, Irán y Siria devastadoras sequías ocurrieron en 1999. En
Afganistán, en los cuatro años anteriores a la invasión de 2001 destruyeron
la economía campesina, provocando el flagelo del hambre.

La manipulación climática, según algunos la entienden, podría ser el arma
³preventiva² por excelencia. Se puede utilizar contra países enemigos tanto
como contra países amigos pero sin su consentimiento. Podríase también
provocar estragos en los mercados mundiales de granos y en los mercados
financieros.

Quién tuviere ese conocimiento (el de que un ³ataque climático² está
sucediendo) podría, mediante la utilización de ese ³información
privilegiada² obtener enormes ganancias financieras (especulando en los
mercados de futuros). De paso esa destrucción de la agricultura de los
países atacados crea una gran dependencia de la ayuda alimenticia y de la
importación de granos de Estados Unidos y otros países occidentales de su
órbita.

Sabemos que como parte de su nueva doctrina nuclear los Estados Unidos han
amenazado con golpes nucleares preventivos a muchos países, incluyendo a
China y Rusia.

Si bien no hay a la fecha evidencias del uso del arma climática contra los
³Estados Delincuentes² los lineamientos políticos para el uso de las
técnicas ya están formulados y la tecnología ya está operativa.

"Para muchos científicos, las pruebas del HAARP serían responsables de la ola
de calor que hizo subir en Melilla la temperatura de 24 a 41 grados en cinco
minutos.

Así describió la noticia el diario EL PAIS, en su edición digital en
Internet:
"Un raro fenómeno eleva la temperatura de 24 a 41 grados en cinco minutos",
Melilla se convirtió ayer por unos minutos en un gran horno al aire libre
debido a un fenómeno meteorológico insólito.
A las 8.24, la temperatura subió 17 grados en sólo cinco minutos: de los 24
a los 41 grados. Por fortuna, en el siguiente cuarto de hora la temperatura
volvió a sus cauces.

Pero, para colmo, a las diez de la mañana volvió a darse una versión más
moderada del mismo poltergeist meteorológico, esta vez con un calentamiento
súbito de sólo 15 grados.


Alteraciones mentales

Si resulta escalofriante y casi de ciencia ficción imaginar que el Gobierno
de Bush se prepara para dominar el clima a su antojo, más estremecedor es
constatar un dato evidente: el efecto que una emisión de ondas de baja
frecuencia tiene en el cerebro de todas las especies del planeta.

Un documento de la Cruz Roja Internacional advierte de los efectos negativos
de la energía radiada e indica las bandas de frecuencia que los produciría.
Éstas se corresponden con las que puede transmitir el HAARP. (En Física se
les denomina "Ondas transversal-magnéticas". Estas ondas Schumann vibran en
la misma frecuencia que las ondas cerebrales de los seres humanos y de todos
los mamíferos en general, a saber: en 7,8 Hertz - ciclos por segundo).

Casualmente EE.UU. afirma que uno de los usos del Programa es localizar
yacimientos minerales bajo tierra y para eso la frecuencia necesaria es la
misma que produce trastornos en la mente humana, que van desde la
desorientación, al despertar de capacidades paranormales. Para hacernos una
idea de la influencia de las ondas en la mente humana debemos remontarnos a
los estudios que el profesor Schumann hizo en los años 50, que constataban
que hay un efecto de resonancia entre la tierra, el aire y la ionosfera,
cuyas ondas vibran en la misma frecuencia que las ondas cerebrales humanas y
de todos los mamíferos.

Estas llamadas Ondas Schumann son fundamentales para la vida y cuando
faltan producen graves problemas de salud, como les sucedía a los
astronautas antes de que instalaran generadores artificiales de estas ondas
en las naves. Sin estas ondas se producen dolores de cabeza, migrañas,
desvaríos, se desajustan los ritmos cardiacos... La alteración de las mismas
producen efectos más graves.

En los animales uno de los efectos inmediatos sería que alteraría las rutas
de migración de aves y peces, al influir sobre los campos de energía sobre
los que se guían.

Está claro que el avance científico no garantiza, ni mucho menos, el
progreso humano, hace falta algo más para que este tipo de programas no
existan o que los conocimientos se usen para el bien común, y ese algo más
está fuera de la ciencia. Está en la sociedad, en la política, en los
principios éticos de la gente"

Leia todo o artigo aqui

POR QUE MICHAEL JACKSON MORREU?




“As relações comerciais entre os E.U.A. e Haiti remontam o final
do século XVIII, quando Haiti ainda era uma colônia da França.. Depois de sua independência, produto de uma insurreição dos escravos em 1804, U. S.A Presidente, Thomas Jefferson advertiu que a liberdade dos Escravos no Haiti foi um mau exemplo. “Dizia que era necessário” confinar a peste naquela ilha . Somente após os E.U.A. abolirem a escravidão em seu próprio país o governo reconheceu o Haiti.


Uma operação humanitária ou uma invasão para a construção da maior base militar americana (N.W.O.ESCRAVAGISTA) no continente?



Vinte mil tropas estrangeiras sob o comando do SOUTHCOM e do MINUSTAH estarão presentes no país.

O Haiti tem uma história prolongada de intervenção militar e ocupação pelos EUA que remonta ao princípio do século XX. O intervencionismo estado-unidense contribuiu para a destruição da economia nacional do Haiti e para o empobrecimento da sua população. O terramoto devastador é apresentado à opinião pública mundial como a causa única da situação do país. Um país que foi destruído, cuja infraestrutura foi demolida. O seu povo precipitado na pobreza abissal e no desespero. Na história do Haiti, o seu passado colonial foi apagado. Os militares estado-unidenses vieram em resgate de um país empobrecido. Qual é o seu mandato? Trata-se de uma operação humanitária ou de uma invasão?

O HAITI É AQUI, ONDE TU SONHARES...

"O Haiti é um laboratório para os militares brasileiros"


por Otávio Calegari Jorge [*]
Cartoon de Latuff. A noite de ontem foi a coisa mais extraordinária de minha vida. Deitado do lado de fora da casa onde estamos hospedados, ao som das cantorias religiosas que tomaram lugar nas ruas ao redor e banhado por um estrelado e maravilhoso céu caribenho, imagens iam e vinham. No entanto, não escrevo este pequeno texto para alimentar a avidez sádica de um mundo já farto de imagens de sofrimento.


O que presenciamos ontem no Haiti foi muito mais do que um forte terremoto. Foi a destruição do centro de um país sempre renegado pelo mundo. Foi o resultado de intervenções, massacres e ocupações que sempre tentaram calar a primeira república negra do mundo. Os haitianos pagam diariamente por esta ousadia.


O que o Brasil e a ONU fizeram em seis anos de ocupação no Haiti? As casas feitas de areia, a falta de hospitais, a falta de escolas, o lixo. Alguns desses problemas foram resolvidos com a presença de milhares de militares de todo mundo?


LABORATÓRIO CONTRA REBELIÕES NAS FAVELAS


A ONU gasta 500 milhões de dólares por ano para fazer do Haiti um teste de guerra. Ontem pela manhã estivemos no BRABATT, o principal Batalhão Brasileiro da Minustah (United Nations Stabilization Mission in Haiti). Quando questionado sobre o interesse militar brasileiro na ocupação haitiana, o coronel Bernardes não titubeou: o Haiti, sem dúvida, serve de laboratório (exatamente, laboratório) para os militares brasileiros conterem as rebeliões nas favelas cariocas. Infelizmente isto é o melhor que podemos fazer a este país.


Hoje, dia 13 de janeiro, o povo haitiano está se perguntando mais do que nunca: onde está a Minustah quando precisamos dela?


Posso responder a esta pergunta: a Minustah está removendo os escombros dos hotéis de luxo onde se hospedavam ricos hóspedes estrangeiros.


Longe de mim ser contra qualquer medida nesse sentido, mesmo porque, por sermos estrangeiros e brancos, também poderíamos necessitar de qualquer apoio que pudesse vir da Minustah.


A realidade, no entanto, já nos mostra o desfecho dessa tragédia – o povo haitiano será o último a ser atendido, e se possível. O que vimos pela cidade hoje e o que ouvimos dos haitianos é: estamos abandonados.


A polícia haitiana, frágil e pequena, já está cumprindo muito bem seu papel – resguardar supermercados destruídos de uma população pobre e faminta. Como de praxe, colocando a propriedade na frente da humanidade.


Me incomoda a ânsia por tragédias da mídia brasileira e internacional. Acho louvável a postura de nossa fotógrafa de não sair às ruas de Porto Príncipe para fotografar coisas destruídas e pessoas mortas. Acredito que nenhum de nós gostaria de compartilhar, um pouco que seja, o que passamos ontem.


Infelizmente precisamos de mais uma calamidade para notarmos a existência do Haiti. Para nós, que estamos aqui, a ligação com esse povo e esse país será agora ainda mais difícil de ser quebrada.


Espero que todos os que estão acompanhando o desenrolar desta tragédia também se atentem, antes tarde do que nunca, para este pequeno povo nesta pequena metade de ilha que deu a luz a uma criatividade, uma vontade de viver e uma luta tão invejáveis.


13/Janeiro/2010
[*] Investigador da Universidade de Campinas em missão no Haiti.

O original encontra-se em http://lacitadelle.wordpress.com/

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
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